segunda-feira, 29 de julho de 2019

E O absurdo não se cala.


Vou deixar o link da matéria ao final deste texto,assim como fiz com o texto anterior sobre o caso Miriam Leitão. Mas agora vamos ao que interessa,Como assim a infância dessa geração irá perder sua magia?Quantas mentes prejudicadas nós teremos pela ausência do valor da imaginação?Como as crianças aprenderão a sonhar?E porquê não é possível viver em país em um país onde se podem ler sobre todas as lendas?

Minhas dúvidas lotariam esse texto e muitos outros,e o quão ofendida eu me senti com as palavras da senhora Damares Alves e de outros depoimentos demonstrados ao longo da matéria da folha não dá para descrever em palavras. Se as bruxas são o primeiro alvo,o que será feito de criaturas como Orcs,Aliens,lobisomens,fantasmas e tantos outros?Do que essas crianças no futuro sentirão ou não medo?E como irão começar a aguçar a sua curiosidade?
É mais assustador do que qualquer filme de horror que eu tenha visto até agora ler algo assim,eu sei que não é a primeira vez que ela cisma de falar coisas absurdas mas isso precisa acabar. Não é mais possível que um país feito de culturas diversificadas como o Brasil tenha no comando do ministério dos direitos humanos uma mulher com uma mente tão absurdamente fechada,ignorante e lunática.
Precisamos entender que nós,leitores,escritores,redatores e sonhadores se matarmos a ficção,não mataremos só um gênero divertido,mataremos um a inspiração,mataremos ensinamentos sobre amor,sobre bondade,sobre caridade e muitas outras coisas,e por fim mataremos o acesso a melhor das formas de fuga que já existiu para a realidade monótona e muitas vezes hostil que vivemos.

O absurdo dito pela língua dessa senhora e gritado por muitas outras pessoas agora não se cala,mas deve urgentemente ser calado.Se quisermos um dia viver em um país ou quiçá em um mundo onde possamos ler em paz,imaginar em paz,e sonhar em paz.
Sem preconceitos,sem proibições ilógicas e sem censuras que claramente violam a constituição pela qual somos regidos.
Matéria na Integra

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