sexta-feira, 5 de abril de 2019

Hora De Alimentar Serpentes Análise parte 01.


E começamos com esse prólogo:
Enfiou a serpente na agulha e começou a costurar.




Vou tentar fazer uma análise o mais completa possível da minha primeira leitura do livro,começando pela sinopse e pela ficha técnica e encerrando com as minhas primeiras considerações sobre os primeiros contos presentes na obra.

🏷SINOPSE:

Seguindo a trilogia já publicada, Marina Colasanti retorna ao gênero, incursionando com maestria por relatos breves e brevíssimos, pequenos e profundos como as picadas de serpentes. Este é um grande e inquietante livro de mini contos fantásticos, onde a temática é o convívio da autora com a cultura que ela recebeu e que também a construiu.

📝Ficha Técnica:
Coleção: Marina Colasanti
Edição: 1ª edição
Formato: 14 x 21 cm
448 páginas
14 X 4 Cores
Peso: 510 gramas.




-Comentário: Assim como é dito na sinopse do livro as picadas das serpentes que vivem dentro desse livro podem acabar resultando em sensações inquietantes,como: desconforto,dúvidas,estranheza,mas causam principalmente surpresas. Desde o prólogo é possível perceber que não tem como o leitor prever o que vira devorá-lo na próxima página já que a serpente que nos inicia na construção da obra acaba nos encorajando a tentar encontrar possíveis conexões entre todos os contos; e nossa tentativa frustrada logo de primeira quando percebemos que a maioria dos personagens humanos não possuem nomes,e estão em busca de coisas muito mais profundas do qualquer um de nós poderíamos ter imaginado ao ler o título do livro,entre esses homens e mulheres sem nome existem a busca pela identidade,pelo acolhimento,pela compreensão do universo ao seu redor,e até mesmo a busca pelo sono que acaba ganhando proporções colossais como as demonstradas nas 11 histórias de insônia presentes no livro,e elas pra mim sem dúvida foram as mais divertidas de todas e eu irei adorar revê-las e pretendo destacá-las e abrir discussões sobre elas com vocês leitores muito em breve. Aqui eu repito o que eu disse no último texto que fiz sobre está obra: Apesar das dúvidas que me sobram não me sinto mal por saber que não responderei todas a tempo da prova. Até porque nem necessário seria fazê-lo,Hora de alimentar serpentes é uma obra para ser pensada,refletida,sentida e vivida,e eu me sinto feliz que o vestibular da UERJ tenha me levado a conhecê-la,então mesmo se eu não for aprovada em junho,valeu a pena.


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